O médico hiperbárico Ricardo Vivacqua aponta quais são as dúvidas
mais comuns dos mergulhadores que procuram a sua clínica.


FORMULÁRIO DE EXAME MÉDICO

DOWNLOAD DO FORMULÁRIO EM WORD


Na caça-sub existe alguma tabela que indique o número de imersões ?
Enviada por: Carlos - RJ

Respondida por: Paulo Tesserolli (Instrutor)

O que é APNEA ?
Enviada por: Luis Ricardo Oliveira (PDIC Open Water)

Respondida por: Paulo Tesserolli (Instrutor)

Sempre que aplico a manobra Valsalva com um pouco mais de força, eu sinto sair ar no meu olho esquerdo o que dá uma sensação esquisita. É normal? Porque que acontece ?
Enviada por: Paulo Tesserolli (Instrutor)

Respondida por: Dr. Ricardo Vivacqua

Por que esta dor de ouvido?
Enviada por: Paulo Tesserolli (Instrutor)

Respondida por: Dr. Ricardo Vivacqua

Só devo fazer parada de segurança se descer muito fundo?
Enviada por: Paulo Tesserolli (Instrutor)

Respondida por: Dr. Ricardo Vivacqua

Preciso mesmo usar luvas?
Enviada por: Paulo Tesserolli (Instrutor)

Respondida por: Dr. Ricardo Vivacqua

Mergulhador tem que ser atleta?
Enviada por: Paulo Tesserolli (Instrutor)

Respondida por: Dr. Ricardo Vivacqua




O que é APNEA ?
APNEA – é o tempo de permanência sem respirar.
A prática repetida da apnea determina um aumento neste tempo, resultante da maior capacidade de resistir a ânsia ( impulso determinado pelo centro respiratório ) sem que lhe haja sido acrescido nenhuma outra capacidade física.
A apnea pode ser prolongada pela prática de hiperventilação que elimina CO2 do sangue e desta forma retarda os impulsos do centro respiratório.
A hiperventilação consiste numa série de respirações além do necessário para ventilar os pulmões.
Ela também pode provocar a hipocapnia ( baixo nível de CO2 no sangue o que se caracteriza pelos seguintes sintomas: sensação de entorpecimento e espasmo muscular e de tontura e ofuscamento luminoso.)
Um dos grandes perigos do mergulho livre, consiste na perda da consciência ( apagamento ) no final do mergulho, principalmente durante a subida.
• mergulhador desce hiperventilado, deste modo o nível de CO2 necessário para determinar a ânsia só é atingido quando o nível de O2 estiver perigosamente baixo.
• o oxigênio dos pulmões durante a descida é comprimido e a pressão parcial aumenta e permanece assim todo o tempo no fundo, satisfazendo a demanda do organismo.
• durante a subida a pressão parcial do oxigênio é reduzida bruscamente e se ficar inferior a 0,10 atm, o apagamento pode ocorrer. ( 0,06 atm ninguém permanece consciente ).




Sempre que aplico a manobra Valsalva com um pouco mais de força, eu sinto sair ar no meu olho esquerdo o que dá uma sensação esquisita. É normal? Porque que acontece ?
O que ocorre com você não é uma coisa muito freqüente, mas eu já vi alguns casos.
O nosso canal lacrimal tem uma pequena drenagem que fica no canto do olho (extremidade nasal) e que drena a lagrima para o naso faringe, esse canal de drenagem tem uma válvula tipo "não retorno" , mas em alguns casos como o seu essa válvula não funciona adequadamente e quando você faz a manobra de Valsalva, aumentando a pressão no naso-faringe, um pouco de ar reflui, saindo no canto do olho.
Isso não tem nenhuma importância, também não existe tratamento, mas você não precisa se preocupar porque não tem nenhuma repercussão clinica, nem atrapalha os seus mergulhos.



Por que esta dor de ouvido?
No dia a dia do meu consultório as reclamações mais freqüentes, principalmente dos mergulhadores iniciantes, se referem a problemas com o ouvido. Sem medo de exagerar, eu diria que mais de 9O% das queixas são estas. O problema mais comum é o barotrauma do ouvido médio, que geralmente, afeta os novatos.
Sempre que entra no meu consultório um candidato a curso de mergulho, peço que faça a manobra de Valsalva, ao mesmo tempo em que examino a membrana do tímpano com um otoscópio. Esta manobra simples consiste em tampar as narinas com o polegar e o indicador e tentar soprar o ar pelo nariz. Isso ocasionará um aumento da pressão no naso-faringe e a abertura das trompas de Eustachio. Assim, força-se as membranas do tímpano a se movimentar. Depois deste teste, posso afirmar se as trompas do paciente são permeáveis. Em caso positivo, ele terá plenas condições físicas para equalizar a pressão no ouvido médio durante os mergulhos.
Não raro, entretanto, este mesmo mergulhador retoma na segunda-feira queixando-se de problemas com o ouvido durante e após as descidas do fim de semana. O que acontece é que o iniciante teve a necessidade de usar a manobra de Valsalva durante as aulas de piscina devido à pouca profundidade e, portanto, não está bem treinado. O resultado: em sua primeira descida no mar, ele se distrai e se esquece de equalizar, até que atinge cerca de 3 m de profundidade e aí vem aquela dor nos ouvidos. Em geral, a distração acontece porque o novato está preocupado com outras coisas: o medo de perder o regulador, que o leva a segurá-lo com as duas mãos; a água entrando na máscara; as nadadeiras apertadas, etc. e etc.
Quando a dor de ouvido desponta é sinal de que a pressão no ouvido médio já está muito negativa em relação à pressão ambiente, provocando o colapso das paredes das trompas. Nessa situação, o mergulhador terá que empreender muito mais força para equalizar - e muitas vezes nem consegue. O melhor a fazer é subir um pouco, para que a diferença de pressão diminua e, assim, ele possa equalizar com mais facilidade. Se a pressão permanecer negativa por muito tempo, e dependendo da intensidade, ocorrerá a passagem de líquido do tecido mucoso para o interior do ouvido médio, além de edema da trompa, determinando seu fechamento, Aí é fim de mergulho. Não bastasse, o mergulhador ficará com a desagradável sensação de água nos ouvidos - que pode durar até semanas. Ainda bem que este acidente não costuma ser grave. Com o uso de descongestionantes e, eventualmente, anti-inflamatórios a recuperação se dará em poucos dias.

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Para evitar o acidente, faça sempre um exame médico antes do curso de mergulho. De preferência, com um especialista em medicina hiperbárica. Se na sua cidade não houver um, procure um clínico geral e também um otorrinolaringologista.
Antes de mergulhar, teste o seu ouvido. Quando me perguntam em que profundidade devemos fazer a manobra de Valsalva, sempre respondo: antes de entrarmos na água. Assim, teremos certeza de que as trompas estão permeáveis. Já na água, devemos ficar sempre atentos aos ouvidos e executar a manobra à menor sensação de pressão. Na subida, ela não é necessária. Jamais mergulhe se não conseguir equalizar os ouvidos. Lembre-se de que as gripes e resfriados são causas freqüentes de obstrução das trompas.



Só devo fazer parada de segurança se descer muito fundo?
Na volta de qualquer mergulho faça sempre uma parada de descompressão. Mesmo que, de acordo com sua tabela ou computador, ela seja dispensável. Antigamente recomendava-se uma parada de 3 minutos a 3 m de profundidade. Mas era difícil de ser executada, devido à proximidade da superfície. Especialmente nos dias de mar agitado. Hoje, preconizamos uma parada de 5 minutos a 5 m, com o objetivo principal de eliminar um pouco do nitrogênio acumulado nos tecidos durante o mergulho.



Preciso mesmo usar luvas?
As luvas de mergulho servem para nos proteger do frio. Muitos mergulhadores acham que foram feitas para que possam tocar impunemente em tudo que vêem no fundo, causando estragos na vida marinha. Por este motivo, em vários pontos do mundo as luvas são proibidas. Infelizmente, tem gente com mania de "ver" as coisas com as mãos, O castigo vem no final do mergulho quando, ao chegar à superfície, o curioso retira a máscara e leva as mãos enluvadas ao rosto. Se durante o mergulho ele tocou em corais ou anêmonas - animais que têm células urticantes conhecidas como nematocistos - poderá sofrer sérias queimaduras nos lábios, olhos e rosto, deixando algumas vezes manchas escuras na pele que podem permanecer por muito tempo. Evite tocar em qualquer coisa durante o mergulho. Ao se desequipar, remova sempre as luvas antes da máscara.



Mergulhador tem que ser atleta?
Muitas pessoas têm a imagem do mergulhador como um atleta. Não raro, atendo a pacientes que têm a intenção de praticar mergulho autônomo porque levam uma vida sedentária e querem se exercitar, o mergulho autônomo por si só não proporciona nenhum condicionamento físico. Nem mesmo o mergulho profissional é uma atividade conclicionante.
Na maior parte do tempo o mergulhador não executa atividade física intensa, mas, eventualmente, se vê em situações onde algum condicionamento físico é necessário. Por exemplo: quando tem que nadar equipado na superfície em mar agitado contra a correnteza. Para um bom condicionamento é necessário que se pratique atividades aeróbicas de três a cinco vezes por semana. Pode ser meia hora de corrida ou 1 hora de caminhada ou ainda natação ou ciclismo. Atenção: se você tem mais de 30 anos, é sedentário e decidiu começar a se exercitar, procure antes um médico, para uma avaliação física e orientação. Todo mergulhador que pratica caça sub sabe que não adianta apenas correr na praia para melhorar a apnéia. É necessário também praticar apnéia. Ninguém precisa ser atleta para mergulhar, mas um mínimo de condicionamento físico é desejável para qualquer um. Mergulhador ou não.



Pratico caça-sub a pouco tempo, e já li alguns artigos que falam sobre "apagamento" de caçadores-sub; por isso gostaria de saber se existe alguma tabela que indique o número de imersões que se pode fazer e tempo de apnéia de acordo com a profundidade do mergulho ( 5m, 10m, 15m, 20m,... ?
Não conheço tal tabela, e se existir uma ela é incorreta, pois cada indivíduo tem uma capacidade diferente, e num mesmo indivíduo esta capacidade pode variar enormemente com o tempo e com o treinamento. Para maiores informações sobre apnéia visite o site http://www.aidabrasil.com.br/





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